A busca por um novo emprego no Brasil está mudando rápido. A culpa é da Inteligência Artificial (IA), que agora faz o trabalho chato de filtrar a maioria dos currículos e, em muitos casos, até conduz a primeira entrevista.
O que está acontecendo?
A IA é o seu primeiro chefe de RH: Com o excesso de candidatos no LinkedIn, as empresas usam a IA para economizar tempo e dar conta do volume. Ela faz perguntas por áudio no WhatsApp ou em plataformas, analisa suas respostas e cria um ranking para o recrutador humano.
O Lado Frio da Tecnologia: Candidatos que já passaram por isso, como o economista Everton Freire, relatam uma sensação estranha. A IA é eficiente (dá o resultado na hora), mas é fria e desumana, fazendo o candidato sentir que está falando com uma parede.
O Segredo para se Destacar: A máquina não entende sutilezas. Para passar, você precisa usar as palavras-chave certas (termos técnicos da vaga) nas suas respostas, pois o algoritmo está programado para caçá-las.
O Risco para Todos: Especialistas alertam que esse processo não é perfeito. Se o algoritmo foi treinado com dados ruins, ele pode ser discriminatório, excluindo pessoas sem motivo. Além disso, a falta de transparência (a empresa nem sempre avisa que é uma IA) cria uma desvantagem para o candidato.
O Futuro do Emprego:
A IA veio para ficar no RH, mas a briga agora é por humanização. O desafio para as empresas e para a lei brasileira é garantir que a tecnologia traga agilidade sem criar barreiras injustas, preservando o acesso ao mercado de trabalho para todos.
Dica para a próxima entrevista: Estruture suas histórias e experiências de forma clara, focando nos resultados. E, sim, treine o uso das palavras-chave da vaga!
Fonte: Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial
Fonte: Google Gemini
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